VOCÊ PODE ME ACHA NO FACEBOOK

FAÇA A SUA PESQUISA

CONHEÇA OS SEUS DIREITOS

CONHEÇA OS SEUS DIREITOS
Artigo 5º da Constituição Federal Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem; VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva; VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei; IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

CURSO DE ORATÓRIA


A Arte de Falar em Público


 Atualmente o povo não aceita ser regido por mão de ferro. Ou por ditadura. Onde que o líder diz: “Comigo tem que ser assim, ou assado; Se digo que pau é pedra ele tem que ser pedra” e sucessivamente. Hoje o povo precisa ser conquistado. E alguém só é conquistado, através de uma boa, sadia e agradável comunicabilidade.
Portanto, atenção senhores: Líderes, Chefes, Diretores, Pastores, Obreiros, Religiosos, Políticos, Comerciantes, Presidentes, Professores, e etc., Aprendam as técnicas infalíveis para um perfeito discurso!
Vence:
medo de falar em público;
Os esquecimentos de assuntos importantes na hora do discurso;
As repetições de palavras;
A insegurança;
Aprenda:
A atrair o público;
Prender a atenção do público;
Agradar o publico;
Fazer o público conscientizar com respeito aquilo que irá transmiti-lo;
A convencer o público;

O que é unção?



Unção: Ato ou efeito de ungir ou untar; sentimento piedoso; caráter de doçura atrativa. (Dicionário Globo).
Espiritualmente pode-se dizer que a unção é um revestimento espiritual, tendo como finalidade proteção, dinamismo e formação de um caráter piedoso e carismático..
Proteção porque o cristão revestido do Espírito Santo pode ser
comparado a uma assadeira de bolo que ao receber a unção do
óleo é capaz de ficar isolada e não deixar agarrar em si à massa do bolo.
Pode-se dizer o mesmo do cristão que ungido
esta protegido de ser contaminado pelo mundo onde ainda vive.
Quanto ao dinamismo o crente revestido do Espírito Santo
encontra força e coragem para realizar as obras de Deus sem temor.
Carismático por que sendo o Espírito Santo a doçura em pessoa
este mesmo sentimento tem que fazer parte daqueles que possuem o Paracleto.
Assim sendo o cristão que recebe a unção se torna piedoso, doce
e intrépido. E nele se percebe os frutos do Espírito
descrito em Gálatas 5.22 “Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo,
paz, longanimidade, bondade, fidelidade, mansidão,
domínio próprio.”
Segundo o pastor Silas Malafia o cristão não é reconhecido pelos
dons espirituais mais sim pelos frutos. “O cristão não é

reconhecido ou conhecido por aquilo que recebe, o cristão é conhecido por aquilo que ele doa.
O cristão não é conhecido pelos dons; é pelo fruto. E fruto é



algo que você produz”.(Silas Malafaia. Uma vida de Prosperidade(DVD) Editora Central Gospel.RJ).
Desta forma o cristão precisa estar em sintonia com o Espírito
Santo e através de suas ações produzirem frutos que evidenciem a unção.
Existem pessoas que confundem unção com, pulos, gritos, danças e
outras tantas manifestações que aparecem durante
ministrações de busca do Espírito Santo. Entretanto unção é
algo bem maior, é a transformação que alcança a vida do crente e permanece nele.
Certa vez estava estudando sobre avivamento e pensava que igreja
avivada é aquela que grita, pula e que expressa em
gritos suas aleluias e glorias a Deus o culto todo. Ledo
engano o meu. Em minhas pesquisas descobri que o verdadeiro
avivamento é demonstrado e evidenciado pela vida
transformada do homem ou da mulher que aceita Cristo
como seu Salvador

Por que é importante estudar teologia?



A palavra "teologia" é de origem grega: theós (deus) + lógos (tratado). De acordo com o famoso dicionário "Michaelis": 1 Ciência que se ocupa de Deus e de seus atributos e perfeições. 2 Ciência sobrenatural de Deus e das criaturas enquanto ordenadas a Deus.
Ou seja, quando perguntamos por que é importante estudar teologia estamos perguntando por que devemos tentar entender Deus e as demais coisas envolvidas.
A resposta é muito simples: Poderia começar argumentando que, se de fato cremos que existe um Deus e que Ele se relaciona conosco, por que não iríamos tentar entendê-lo? Seria como querer manter uma amizade com alguma pessoa sem fazer qualquer esforço para conhecê-la. Sabemos que Deus não fala conosco de forma audível, mas nos deixou alguns recursos para que pudéssemos conhecê-Lo. Entre eles temos a oração, o Espírito Santo (que é o próprio Deus) habitando nos salvos e a Bíblia, que é Sua verdade revelada ao homem.
Uma vez que Deus se preocupou em revelar-se ao homem, cabe agora a nós fazer uso desta revelação para nos relacionarmos com Ele. De fato, quanto mais se conhece acerca de Deus, mais nos relacionamos.
Vamos imaginar agora que exista uma pessoa que diz acreditar em Deus, em Jesus Cristo e na Bíblia, mas, por algum motivo qualquer, parou por aí. Ou seja, não se preocupa em estudar a Bíblia. Tal pessoa poderia facilmente argumentar: “Eu sou cristão, filho de Deus, acredito na salvação de Jesus Cristo etc”, tudo certinho como seria esperado de qualquer cristão. Como ele defenderia a sua crença?
Eu respondo, pois conheço muitas pessoas assim: não defenderia! Ficaria enrolando, falando que ouviu sei lá de quem e que acreditou. Mas onde está o relacionamento desta pessoa com o Deus que a salvou da morte eterna? Ela poderia argumentar que está na oração. Mas que raios de relacionamento é este onde só uma das pessoas fala? Deus está querendo responder seus anseios. As respostas estão todas no manual que Ele fez, mas o cidadão continua perguntando e nunca vai ler a resposta. Será que este cristão não precisa de teologia?
Agora devo dar uma explicação mais detalhada do parágrafo acima antes que alguém entenda as coisas de forma errada. Não estou dizendo que um início de fé cristã não deva ser assim, ou seja, crer apenas por ter ouvido de alguém, mas sim que após isto a pessoa deveria buscar um entendimento maior daquilo que ela passou a crer. O problema é estagnar. O apóstolo Paulo em sua carta aos Romanos tratou deste assunto. Vejamos:
Porque “todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo”. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? E como crerão naquele de quem não ouviram falar? E como ouvirão, se não houver quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? Como está escrito: “Como são belos os pés dos que anunciam boas novas!” No entanto, nem todos os israelitas aceitaram as boas novas. Pois Isaías diz: “Senhor, quem creu em nossa mensagem?” Conseqüentemente, a fé vem por se ouvir a mensagem, e a mensagem é ouvida mediante a palavra de Cristo. (Romanos 10.13-17)
Um outro motivo é a defesa da fé para nós mesmos. Se a teologia não for uma de nossas preocupações, mesmo sendo cristãos, estaremos à mercê de pessoas e religiões que não ensinam a verdade e não teremos nenhuma defesa contra elas. Paulo também falou sobre isso em sua carta aos Efésios. Vejamos:
[...] até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro. Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo. (Efésios 4.13-15)
Finalmente, qualquer cristão que se preze, sabe que isso é um mandamento de Deus. Temos vários textos bíblicos dizendo que devemos estudar a Palavra de Deus, de modo que se não o fazemos estamos no mínimo desobedecendo a Deus explicitamente. Para concluir, vamos a alguns exemplos:
Quanto a você, porém, permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra. (2 Timóteo 3.14-17)
Todavia, mesmo que venham a sofrer porque praticam a justiça, vocês serão felizes. “Não temam aquilo que eles temem, não fiquem amedrontados.” Antes, santifiquem Cristo como Senhor em seu coração. Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês. (1 Pedro 3.14-15)
Ora, como estarei preparado para dar razão à minha fé e esperança se eu não estudar o manual?
Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores! Ao contrário, sua satisfação está na lei do Senhor, e nessa lei medita dia e noite. (Salmos 1.1-2)
Como pode o jovem manter pura a sua conduta? Vivendo de acordo com a tua palavra. Eu te busco de todo o coração; não permitas que eu me desvie dos teus mandamentos. Guardei no coração a tua palavra para não pecar contra ti. (Salmos 119.9-11)
Procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade. (2 Timóteo 2.15)
Pois a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais afiada que qualquer espada de dois gumes; ela penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e julga os pensamentos e intenções do coração. (Hebreus 4.12)
A lei do Senhor é perfeita, e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança, e tornam sábios os inexperientes. Os preceitos do Senhor são justos, e dão alegria ao coração. Os mandamentos do Senhor são límpidos, e trazem luz aos olhos. O temor do Senhor é puro, e dura para sempre. As ordenanças do Senhor são verdadeiras, são todas elas justas. São mais desejáveis do que o ouro, do que muito ouro puro; são mais doces do que o mel, do que as gotas do favo. Por elas o teu servo é advertido; há grande recompensa em obedecer-lhes. (Salmos 19.7-11)
A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho. (Salmos 119.105)
Diante de tudo isso será que ainda nos resta alguma dúvida sobre o porquê estudar teologia?

A ORIGEM DA PALAVRA BÍBLIA



Os gregos davam o nome de “biblos” a folha do papiro preparada para a escrita.

Um rolo de “biblos” de tamanho pequeno era chamado de “biblion” e vários destes rolos
formavam a “Bíblia”
Do grego biblion do qual a palavra bíblia procede.
Bíblia esta no plural – significando vários livros.
Literalmente “Bíblia” significa: coleção de livros pequenos (Plural).
A palavra bíblia parece ter sido usada pela primeira vez por volta do século IV, por João
Crisostomo, patriarca de Constantinopla.
A definição canônica para Bíblia é “a revelação de Deus à humanidade”
Os vários nomes da Bíblia

  • Escrituras (Mt. 21.42)

  • Sagradas Escrituras (Rm 1.2)

  • Livro do Senhor (Is. 34.16)

  • Oráculos de Deus (Rm. 3.2)

  • Palavra de Deus (Mc 7.13; Heb 4.12)

  • “A teologia sistemática não é uma disciplina falsa que lida com opiniões particulares e fabulas,
    mas uma disciplina com informações exatas obtidas por meios fidedignos”. (ELWELL).
    Contudo, muitos cientistas argumentam que a ciência de Deus é impossível visto não ser possível
    chegar a um conhecimento de realidades numerais.
    Ora se a própria ciência não pode dar a palavra final quanto a suas teorias porque a teologia teria
    essa responsabilidade.
    Através do que já foi exposto podemos considerar então que a Teologia nada mais é do que
    “a soma dos conhecimentos humanos sobre Deus e seu relacionamento com o homem e o mundo,
    apresentados de forma elaborada, objetiva e coerente”. (Pereira, Introdução a Teologia).

    A Palavra Teologia não ocorre nas Escrituras


    A palavra teologia não ocorre nas escrituras, contudo a ideia está presente nela.

    No uso grego secular teologia significava as discussões dos filósofos a respeito
    de questões divinas.

    Platão chamava as histórias dos poetas a respeito de Deus de “Teologias”.
    Foi ele o primeiro a usar este termo. Teologia.
    Aristóteles ensinava que havia três ciências: A física: que estudava a natureza –
    A Matemática que estudava os números e as quantidades e a Teologia que estudava Deus.


    Aristóteles considerava a Teologia a rainha das ciências.
    Teologia Definição: a Teologia nada mais é do que “a soma dos conhecimentos humanos
    sobre Deus e seu relacionamento com o homem e o mundo, apresentados de forma elaborada,
    objetiva e coerente”. (Pereira, Introdução a Teologia).

    Significado da palavra teologia: Theos = palavra grega que significa Deus e Logos = Palavra,
    Estudo ou tratado. Por isso Teologia é o estudo das coisas de Deus.

    Divisões da Teologia: A teologia divide-se em quatro partes para facilitar o entendimento.
    Teologia Exegética, Histórica, Sistemática ou dogmática e Pratica.
    A teologia exegética revela o significado de textos bíblicos específicos e assim fornece à teologia
    sistemática seus blocos de construção básicos. Exegese = explicação; Interpretação principalmente
    da Bíblia, Comentário;

    A teologia histórica segue as pistas da ciência de Deus por todas as eras da história eclesiástica.
    A teologia pratica trata da aplicação da teologia na regeneração, santificação, edificação, educação
    e serviço dos homens.

    Já a teologia sistemática incorpora os dados da teologia exegética e histórica para construir uma
    explicação coerente da fé cristã.
    Teologia Apologética : Hoje muito usada para defender a fé cristã e evitar erros e más interpretações
    das sagradas escrituras.

    E que tal começar agora a estudar teologia. Faça sua matricula ainda hoje

    DEZ DICAS DA ARTE DE CONVERSAR


    DEZ DICAS DA ARTE DE CONVERSAR



    1º  OUÇA COM ATENÇÃO
    -Muitas vezes nos concentramos tanto no que tencionamos dizer que não ouvimos realmente o que a outra pessoa está dizendo. Se você ouvir ativamente os outros, eles prestarão mais atenção quando chegar a sua vez de falar.

    2º  FALE SOBRE COISAS QUE INTERESSAM A OUTRA PESSOA
    -Diz um psicólogo: "O encanto da conversa consiste menos em demonstrar o próprio espírito do que em abrir caminho para que o outro sujeito demonstre o seu". Quando se estimula o outro a falar sobre seus assuntos prediletos nunca há razão para preocupar-se com silêncios constrangedores e geralmente se fica tão absorvido que não há tempo para acanhamento... que é o maior obstáculo para uma conversa espontânea.
     

    3º  EVITE MINÚCIAS DESINTERESSANTES
    "O segredo de ser cansativo consiste em contar tudo", advertiu Voltaire. Todos nós conhecemos a pessoa que faz disgreções e nunca omite um fato desnecessário. "Não sei bem se foi numa sexta ou num sábado. Mas, deve ter sido por volta de dez e meia, porque eu acabava de sair da casa de meu irmão, do outro lado do parque, e depois..." Muito antes de o narrador chegar ao clímax de sua história, já estamos exaustos.
     

    4º  EVITE EXPRESSÕES CEDIÇAS
    -Não deixe que o apontem como "uma pessoa de poucas palavras, que as usa continuamente"; algumas mulheres arrulham a palavra "maravilhoso", "Só mesmo você", "Está entendendo?". Fuja dessas frases estereotipadas. E não faça citações de si mesmo. São poucas as pessoas espirituosas como Bernard Shaw, que podia gracejar:- Cito-me freqüentemente. Isso dá sabor à minha conversa!
      

    5º  FALE COM PRECISÃO
    -Pare um instante para disciplinar suas palavras antes de falar; não mergulhe a cabeça numa frase, esperando que acabe dando certo.
    -Evite pular de um tópico para outro; a conversa é mais interessante quando se prolonga um assunto por muito tempo para apreciá-lo do ponto de vista de quem dá e de quem recebe.
    -Muitos de nós somos culpados de tornar difícil a compreensão de nossas conversas com cacoetes e hesitações. Olhe de frente a pessoa com quem estiver conversando, em vez de olhar para ela e não ponha a mão em frente da boca para falar indistintamente. Não se deve ser necessário que lhe peçam para repetir o que disse.
     




    6º  FAÇA AS PERGUNTAS ADEQUADAS
    -Os bons entrevistadores - repórteres, advogados, psiquiatras, etc. - sabem que uma pergunta bem concebida e bem formulada ajuda a outra pessoa a se expandir. Indica um interesse sincero por ela e pelas suas opiniões.
    -Uma pergunta convencional, no gênero de "Como vão as coisas?" ou  "Que há de novo?" não tem sentido. Por outro lado, perguntas do tipo: "Como foi que o senhor começou o seu negócio?" ou "Se tivesse de começar a vida de novo, escolheria esta cidade para morar?" indicam um interesse sincero. E frases discretas como "Não acha?" ou  "Qual é a sua opinião?" muitas vezes mantém a própria pessoa falando e evitam que nós falemos demais.
      

    7º  APRENDA A DISCORDAR SEM SER DESAGRADÁVEL
    Muitas vezes o que mais importa não é o que diz, mas a maneira de dizê-lo.
    -Benjamim Franklin costumava observar diplomaticamente: "Neste ponto eu concordo. Mas há outro em que peço licença para fazer uma restrição".
    -Uma discussão amistosa muitas vezes enriquece uma conversa, mas não comece a discutir com uma declaração indiscriminada como esta: "detesto advogados; são todos uns chicanistas". Tal observação dogmática fará com que todos os grupos tomem partido com uma violência que não permite conversação educada.
    -É importantíssimo não contradizer sumariamente pessoa alguma mesmo quando se tenha certeza de que ela está errada. Use de sutileza. 
    8º  EVITE INTERROMPER OS OUTROS
    -Se você por vezes se ver obrigado a cortar uma conversa, sua interrupção parecerá menos descortês com uma frase amável como está: "João, você me permite acrescentar uma coisa ao que acaba de dizer?" Diga-se de passagem que a pessoa interrompida ouvirá com mais atenção, se você usar o nome dela.
    -Se você próprio for interrompido, nunca insista em voltar depois ao mesmo assunto. Procure interessar-se pela nova conversa. Se as pessoas quiserem que você volte ao que estava discutindo, elas mesmas o dirão. 
    9º  PROCURE SER TOLERANTE E DIPLOMÁTICO
    -Todos nós conversamos às vezes com pessoas que nos irritam ou aborrecem. Neste caso, procure concentrar-se no assunto em discussão. Afinal de contas, os fatos são impessoais. Se você procurar honestamente assumir uma atitude generosa e tolerante, aprenderá a conversar muito melhor. 
    10º  ELOGIAR UM POUCO ÀS VEZES AJUDA
    -Sua conversa será mais rica, se você aprender a elogiar as pessoas - desde que os elogios sejam sinceros. Pode-se elogiar ao mesmo tempo que se exprime apreciação.
    -Não diga ao conferencista que acaba de ouvir, simplesmente que gostou de sua palestra.
    -Faça comentários específicos sobre algumas coisas que ele disse ou peça-lhe para ampliar uma de suas observações, mostrando que ouviu com toda a atenção.

    segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

    BIOGRAFIA DE DWIGHT LYMAN MOODY (1837-1899)


                Um total de quinhentas mil almas ganhas para Cristo, é o cálculo da colheita que Deus fez por intermédio de seu humilde servo. Moody nasceu em 5 de fevereiro de 1837, o sexto filho de nove, numa pobre família do Connecticut, EUA. Sua mãe ficou viúva com os filhos ainda pequenos, o mais velho tinha 12 e ela estava grávida de gêmeos quando o marido morreu. Sua mãe foi uma crente fiel e soube instruir seus filhos no Caminho.
                Aos vinte e quatro anos, logo após casar-se, em Chicago, Moody deixou um bom emprego para trabalhar todos os dias no serviço de Cristo, sem ter promessa de receber um único centavo. Tendo trabalhado com Escolas Bíblicas e evangelização em Chicago, atuou também junto aos soldados durante a Guerra Civil.
                Teve uma tremenda experiência numa viagem a Inglaterra. Visitou Spurgeon no Metropolitan Tabernacle e impressionou-se. Também contactou Jorge Muller e o organato em Bristol. Nesta mesma viagem, o que mais impressionou Moody e o levou a buscar definitivamente uma experiência mais profunda com Cristo foram estas palavras proferidas por um grande ganhador de almas de Dublim, Henrique Varley: O mundo ainda não viu o que Deus fará com, para e pelo homem inteiramente a Ele entregue.
                Um terrível incêndio que praticamente destruiu Chicago, em 1871, também foi um divisor de águas na vida de Moody. Nesta época ele teme uma marcante experiência com o Espírito Santo. Voltou a pregar na Inglaterra posteriormente e Deus o usou para inflamar os corações.. Na Escócia, multidões buscaram ao Senhor. Na Irlanda, maravilhas também ocorreram, com conversões de multidões ao Senhor.
                Para termos idéia, esta viagem culminou com quatro meses de cultos em Londres. Moody pregava alternadamente em quatro centros. Realizaram-se 60 cultos no Agricultural Hall, aos quais um total de 720.000 pessoas assistiram; em Bow Road Hall, 60 cultos, aos quais 600.000 assistiram; em Camberwell Hall, 60 cultos, com a assistência de 480.000; Haymarket Opera House, 60 cultos, 330.000; Vitória Hall, 45 cultos, 400.000 asistentes.
                Retornou aos EUA em 1875, sendo reconhecido como o mais famoso pregador do mundo, continuando a ser um humilde servo de Deus.  Durante um período de 20 anos dirigiu campanhas com grandes resultados nos Estados Unidos, Canadá e México. Em diversos lugares as campanhas duraram até seis meses.
                Transcrevo um depoimento de um dos assistentes a um dos cultos promovidos por Moody: Nunca jamais me esquecerei de certo sermão que Moody pregou. Foi no circo de Forepaugh durante a Exposição Mundial. Estavam presentes 17.000 pessoas, de todas as classes e de todas as qualificações. O texto do sermão foi: “ Pois o Filho do omem veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Grandiosa era a unção do pregador; parecia que estva em íntimo contacto com todos os corações daquela massa de gente. Moody disse repetidamente: “ Pois o Filho do homem veio – veio hoje ao Circo Forepaugh para procurar e salvar o que se perdera”. Escrito e impresso isso parece um ermão comum, mas as suas palavras, pela santa unção que lhe sobreveio, tornaram-se palavras de espírito e de vida.

    BIOGRAFIA DE CHARLES SPURGEON (1834-1892)



                 Conhecido como o “príncipe dos pregadores”, aos 19 anos já era pastor na Park Street Chapel, em Londres. A princípio um luar muito amplo, para mil e duzentas pessoas, porém freqüentado por um pequeno grupo de fiéis. Em poucos meses o prédio não comportava mais a multidão e eles se mudaram para um outro auditório que comportava quatro mil e quinhentas pessoas! A Igreja então resolveu alugr o Surrey Music Hall, o prédio mais amplo, imponente e magnífico de Londres, construído para diversões públicas. O culto inaugural deu-se em 19 de outubro de 1856. Quando o culto começou, o prédio no qual cabiam 12.000 pessoas estava superlotado e havia mais 10.000 fora que não puderam entrar!
                Uma terrível catástrofe ocorreu neste dia. Ao início do culto, pessoas diabólicas se levantaram gritando “ Fogo! Fogo!”, provocando um grande alvoroço e um saldo de sete pessoas mortas e vinte e oito gravemente feridos. Isto não impediu que o interesse pelos cultos até aumentasse. Em março de 1861 sua Igreja concluiu a construção do Metropolitan Tabernacle, local que comportava uma média de 5.000 pessoas a cada culto dominical, isto perdurando pelos próximos 31 anos.  Pregou em cidades de toda a Inglaterra e noutros países: Escócia, Irlanda, Gales, Holanda e França. Pregava ao ar livre e nos maiores edifícios, em média oito a doze vezes por semana!
                Spurgeon publicou inúmeros livros. Milhares de sermões seus foram publicados e traduzidos para diversas línguas. Além de pregar constantemente a grandes auditórios e de escrever tantos livros, esforçou-se em vários outros ramos de atividades. Inspirado pelo exemplo de Jorge Muller, fundou e dirigiu o orfanato de Stockwell.  Reconhecendo a necessidade de instruir os jovens chamados por Deus a proclamar o Evangelho, fundou e dirigiu o Colégio dos Pastores. A oração fervorosa era um hábito em sua vida. Contava com trezentos intercessores que, todas as vezes que pregava, mantinham-se em súplica.

    BIOGRAFIA DE CHARLES FINNEY (1792-1875)



                  Nasceu de uma família descrente e se criou num lugar onde os membros da igreja conheciam apenas a formalidade fria dos cultos. Tornou-se um advogado que, ao encontrar nos seus livros de jurisprudência muitas citações da Bíblia, comprou ume exemplar com a intenção de conhecer as Escrituras. Eis um trecho de sua biografia: Ao ler a Bíblia, ao assistir às reuniões de oração, e ouvir os sermões do senhor Galé, percebi que não me achava pronto a entrar nos céus... Fiquei impressionado especialmente com o fato de as orações dos crentes, semana após semana, não serem respondidas. Li na Bíblia “pedi e dar-se-vos-á”. Li, também, que Deus é mais pronto a dar o Espírito Santo aos que lho pedirem, do que os pais terrestres a darem boas coisas aos filhos. Ouvia os crentes pedirem um derramamento do Espírito Santo e confessarem, depois, que não o receberam. Exortavam uns aos outros a se despertarem para pedir, em oração, um derramamento do Espírito de Deus e afirmavam que assim haveria um avivamento com a conversão de pecadores... Foi num domingo de 1821 que assentei no coração resolver o problema sobre a salvação da minha alma e ter paz com Deus. (...) Fui vencido pela convicção do grande pecado de eu envergonhar-me se alguém me encontrasse de joelhos perante Deus, e bradei em alta voz que não abandonaria o lugar, nem que todos os homens da terra e todos os demônios do inferno me cercassem. O pecado parecia-me horrendo, infinito. Fiquei quebrantado até o pó perante o Senhor. Nessa altura, a seguinte passagem me iluminou: “ Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração”.
                A conversão de Finney e o seu imediato batismo no Espírito Santo, contados em sua biografia, são impressionantes. O amor a Deus, a fome de sua Palavra, a unção para testemunhar e anunciar do Evangelho vieram sobre ele no dia de sua entrega a Jesus. Imediatamente, o advogado perdeu todo o gosto pela sua profissão e tornou-se um dos mais famosos pregadores do Evangelho.
                Eis o segredo dos grandes pregadores, nas palavras do próprio Finney: Os meios empregados eram simplesmente pregação, cultos de oração, muita oração em secreto, intensivo evangelismo pessoal e cultos para a instrução dos interessados. Eu tinha o costume de passar muito tempo orando; acho que, às vezes, orava realmente sem cessar. Achei, também, grande proveito em observar freqüentemente dias inteiros de jejum em secreto. Em tais dias, para ficar inteiramente sozinho com Deus, eu entrava na mata, ou me fechava dentro do templo.
                Conta-se acerca deste pregador que depois de ele pregar em Governeur, no Estado de New York, não houve baile nem representação de teatro na cidade durante seis anos. Calcula-se que somente durante os anos de 1857 e 1858, mais de 100 mil pessoas foram ganhas para Cristo pelo ministério de Finney. Na Inglaterra, durante nove meses de evangelização, multidões também se prostraram diante do Senhor enquanto Finney pregava.
                Descobriu-se que mais de 85 pessoas de cada 100 que se convertiam sob a pregação de Finney permaneciam fiéis a Deus; enquanto 75 pessoas de cada cem, das que professaram conversão nos cultos de algum dos maiores pregadores, se desviavam. Parece que Finney tinha o poder de impressionar a consciência dos homens sobre a necessidade de um viver santo, de tal maneira que produzia fruto mais permanente.

    BIOGRAFIA DE MARTINHO LUTERO (1483-1546)



                Era um destacado monge agostiniano, doutor em teologia e pregador na cidade de Wittemberg, quando ocorreu uma grande transformação em sua vida. Ele mesmo contou: Desejando ardentemente compreender as palavras de Paulo, comecei o estudo da Epístola aos Romanos. Porém, logo no primeiro capítulo consta que a justiça de Deus se revela no Evangelho (vs 16 e 17). Eu detestava as palavras “a justiça de Deus”, porque conforme fui ensinado, eu a considerava como um atributo do Deus santo que o leva a castigar os pecadores. Apesar de viver irrepreensivelmente, como monge, a consciência perturbada me mostrava que era pecador perante Deus. Assim odiava a um Deus justo, que castiga os pecadores... Senti-me ferido de consciência, revoltado intimamente, contudo voltava sempre ao mesmo versículo, porque queria saber o que Paulo ensinava. Contudo, depois de meditar sobre esse ponto durante muitos dias e noites, Deus, na sua graça, me mostrou a palavra “o justo viverá da fé”. Vi então que a justiça de Deus, nessa passagem, é a justiça que o homem piedoso recebe de Deus pela fé, como dádiva. Então me achei recém nascido e no Paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a justiça de Deus. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do Paraíso.
                Em outubro de 1517, Lutero afixou à porta da Igreja do Castelo de Wittemberg as 95 teses, o teor das quais é que Cristo requer o arrependimento e a tristeza pelo pecado e não a penitência. Lutero afixou as teses para um debate público, na porta da igreja, como era costume nesse tempo. Estas teses, escritas em latim, foram logo traduzidas para o alemão, holandês e espanhol. Logo, estavam na Itália, fazendo estremecer os alicerces de Roma. Foi desse ato de afixar as 95 teses que nasceu a Reforma.
                Um ano depois de afixar as teses, Lutero era o homem mais popular em toda a Alemanha. Quando a bula de excomunhão, enviada pelo Papa, chegou a Wittemberg, Lutero respondeu com um tratado dirigido ao Papa Leão X, exortando-o, no nome do Senhor, a que se arrependesse. A bula do Papa foi queimada fora do muro da cidade de Wittemberg, perante grande ajuntamento do povo.
                Lutera era um erudito em hebraico e grego, o que facilitou sua grande obra, a tradução da Bíblia para o alemão. Ele mesmo escreveu para o seu povo: Jamais em todo o mundo se escreveu um livro mais fácil de compreender do que a Bíblia. Comparada aos outros livros, é como o sol em contraste com todas as demais luzes. Não vos deixeis levar a abandona-la sob qualquer pretexto. Se vos afastardes dela por um momento, tudo estará perdido; podem levar-vos para onde quer que desejam. Se permanecerdes com as Escrituras, sereis vitoriosos.
                Depois de abandonar o hábito de monge, Lutero resolveu deixar por completo a vida monástica, casando-se com Catarina von Bora, freira que também saíra do claustro, e geraram seis filhos.

    BIOGRAFIA DE JOHN WESLEY (1703-1791)



              Foi um instrumento poderoso nas mãos de Deus para um grande avivamento no século XVIII. Nascido em Epworth, Inglaterra, numa família de dezenove irmãos! Em 1735 foi para a Geórgia como missionário aos índios norte-americanos, não chegando a ministrar aos índios, mas sim aos colonos na Geórgia. Durante uma tempestade na travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de morávios a bordo do navio. A fé que tinham diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley constantemente durante a sua juventude) predispôs Wesley à fé evangélica dos morávios. Retornou à Inglaterra em 1738.
                Numa reunião de um grupo morávio na rua Aldersgate, em 24 de maio de 1738, ao escutar uma leitura tirada do prefácio de Lutero ao seu comentário de Romanos, Wesley sentiu seucoração aquecido de modo estranho. Embora os estudiosos discordem entre si quanto à natureza exata dessa experiência, nada dentro de Wesley ficou sem ser tocado pela fé que acabara de receber.
                Depois de uma viagem rápida para a Alemanha para visitar a povoação moravia de Herrnhut, voltou para a Inglaterra e, juntamente com George Whitefield, começou a pregar a salvação pela fé. Essa “nova doutrina” era considerada redundante pelos sacramentalistas da Igreja Oficial que achavam que as pessoas já eram suficientemente salvas em virtude de seu batismo na infância.
                Em 1739, John Wesley foi a Bristol, onde surgiu um reavivamento entre os mineiros de carvão em Kingswood. O reavivamento continuou sob a liderança direta dele durante mais de cinqüenta anos. Viajou cerca de 400.000 km, por todas as partes da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, pregando cerca de 40.000 sermões. Sua influência se estendeu à América do Norte. O metodismo veio a tornar-se uma denominação após a morte de Wesley.

    BIOGRAFIA DE JONATHAN EDWARDS (1703-1758)



              Grande pregador dos EUA, ingressou no ministério em 1726. Seu primeiro pastorado foi em Northampton, Massachusetts, onde serviu até 1750. Foi contemporâneo e atuante num grande despertamento espiritual e tido por alguns como o maior teólogo da América do Norte. Era pregador excelente, com célebres sermões publicados: Deus Glorificado na Dependência do Homem (1731), Uma Luz Divina e Sobrenatural (1733) e o mais famoso, Pecadores nas Mãos de um Deus Irado (1741).
                Sobre o sermão mais famoso, baseou-se em Deuteronômio 32:35. Depois de explicar a passagem, acrescentou que nada evitava que os pecadores caíssem no inferno, a não ser a própria vontade de Deus. Afirmou que Deus estava mais encolerizado com alguns dos ouvintes do que com muitas pessoas que já estavam no inferno. Disse que o pecado era como um fogo encerrado dentro do pecador e pronto, com a permissão de Deus, a transformar-se em fornalhas de fogo e enxofre, e que somente a vontade de Deus indignado os guardava da morte instantânea.
                Continuou, então, aplicando ao texto ao auditório: Aí está o inferno com a boca aberta. Não existe coisa alguma sobre a qual vós vos possais firmar e segurar... há, atualmente, nuvens negras da ira de Deus pairando sobre vossas cabeças, predizendo tempestades espantosas, com grandes trovões. Se não existisse a vontade soberana de Deus, que é a única coisa para evitar o ímpeto do vento até agora, seríeis destruídos e vos tornaríeis como a palha da eira... O Deus que vos segura na mão, sobre o abismo do inferno, mais ou menos como o homem segura uma aranha ou outro inseto nojento sobre o fogo, durante um momento, para deixa-lo cair depois, está sendo provocado ao extremo... Não há que admirar, se alguns de vós com saúde e calmamente sentados aí nos bancos, passarem para lá antes de amanhã...
                O sermão foi interrompido pelos gemidos dos homens e os gritos das mulheres; quase todos ficaram de pé ou caídos no chão. Durante a noite inteira a cidade de Enfield ficou como uma fortaleza sitiada. Teve início um dos maiores avivamentos dos tempos modernos na Nova Inglaterra.

    DOZE REGRAS PARA UM BOM SERMÃO




    1. Prepare bem o seu sermão, decida fazer o melhor.

    2. Tente achar uma boa introdução: adequada, criativa, interessante.
      
    3. Formule para você mesmo o objetivo do sermão: tenha certeza da direção que precisa apontar aos ouvintes.

    4. Afaste tudo que poderia desviar os pensamentos dos seus ouvintes para uma trilha secundária.

    5. Organize sua mensagem: tome todas as precauções para não ficar repetitivo, inseguro, perdido em meio às idéias.

    6. Use uma linguagem viva e simples.

    7. Use ilustrações e exemplos práticos em quantidade suficiente.

    8. Diga “eu”.  Não adquira o hábito de referir-se a você como “nós”, isto já está totalmente ultrapassado.

    9. Seja você mesmo.  Não queira imitar outros pregadores.

    10. Mostre humildade e apreço pelos ouvintes.

    11. Fale ao coração dos seus ouvintes.

    12. Sempre dê aos ouvintes algo que eles possam colocar em prática.

    a análise das características dos grandes pregadores e seus sermões



     1. Os grandes pregadores em qualquer época levam muito a sério a chamada de Deus para pregar a Boa Nova. Reconhecem que são porta-vozes de Deus e devem a Ele sua lealdade e obediência. (I Cor 9:6 e Jr 20:9)
     2. Eles entendem que a pregação é a atividade mais importante do seu ministério. O preparo e pregação de sermões é uma prioridade em suas vidas.
     3. Eles são evangelistas fervorosos e têm fé que Deus vai usá-los na conversão de pessoas sem Cristo.
     4. São íntegros e autênticos, e a pregação não é somente o que fazem, mas antes é o que são. Têm a confiança do povo, de que são "homens de Deus".
     5. Eles continuam a crescer e a ter experiências novas com Deus.
     6. Os grandes pregadores são caracterizados pela sua fé, entusiasmo e gozo em Cristo.
     7. Eles procuram se identificar com o povo, amam o povo e em seus sermões procuram satisfazer as necessidades do povo.
     8. O estudo dos grandes pregadores demonstra como eles gostam de pregar, e como aproveitam todas as oportunidades possíveis para anunciar a Palavra.
     9. São estudantes da Palavra de Deus, com o desejo insaciável de ler e juntar informações e idéias sobre os textos escolhidos para seus sermões. Eles têm certeza de que a Bíblia é a Palavra de Deus.
     10. Os grandes pregadores de todas as épocas pregam com idéias lógicas e simples.
     11. Usam de imaginação, criatividade e humor. Sempre estão procurando idéias e ilustrações para sermões.
     12. Suas mensagens não são teóricas e abstratas, somente com fatos e detalhes do texto bíblico. Pregam mensagens práticas, aplicáveis à vida dos ouvintes. Envolvem o povo em suas mensagens, com aplicações objetivas, práticas, pessoais e dinâmicas.
     13. Utilizam suas próprias personalidades e desenvolvem seus próprios métodos de proferir sermões. Não imitam os outros, mas deixam uma marca distinta em seus ministérios de púlpito.
     14. São interessados na técnica da comunicação, no uso da voz, na gesticulação e em toda a arte da comunicação com o corpo.
     15. Dão muita ênfase à boa música nos cultos.
     16. A maioria dos grandes pregadores em todas as épocas são escritores. Blackwood ensina que se quiser pregar bem, você deve desenvolver a arte da palavra escrita, aprendendo a colocar suas idéias no papel. A arte de escrever envolve disciplina, precisão de idéias, aumento do poder descritivo, capacidade de auto-crítica, atenção a detalhes da gramática, concordância, etc. Mas os sermões escritos não devem ser lidos.

    O QUE É A HOMILETICA




    a) Definição:
    É o estudo dos fundamentos e princípios de como preparar e proferir sermões.
    É a ciência cuja arte é a pregação e cujo resultado é o sermão. 
    É a arte do preparo e pregação de sermões.
    b) O Campo da Homilética:
    O estudo e pesquisa necessárias para que os sermões tenham conteúdos bíblico e contemporâneo.
    A arte da organização das idéias que serão apresentadas.
    A arte do uso do idioma.
    A arte da apresentação do sermão.
    c) A Pregação Bíblica:
    Phillips Brooks: É a apresentação da verdade através da personalidade; é a comunicação da verdade aos homens mediante o homem.
    G. Campbell Morgan: É a proclamação da graça de Deus, sob a autoridade do trono de Deus, visando atender as necessidades humanas.
    Andrew W. Blackwood:
     É a verdade de Deus apresentada por uma personalidade escolhida, para ir ao encontro das necessidades humanas.

    Bernard Manning: É uma manifestação do Verbo Encarnado desde o Verbo escrito e por meio do verbo falado.
    Jesse C. Northcutt:
     É a proclamação pública da verdade divina baseada nas Escrituras, por uma personalidade escolhida, com o propósito de satisfazer as necessidades humanas.

    Haddon W. Robinson:
     A pregação expositiva é a comunicação de um conceito bíblico, derivado de e transmitido através de um estudo histórico, gramatical e literário de uma passagem no seu contexto, que o Espírito Santo primeiramente aplica à personalidade e experiência do pregador e depois, através dele, aos seus ouvintes.

    Jerry Key: É a fiel exposição do sentido correto de um ou mais textos da Bíblia, ilustrando a exposição e aplicando-a à vida dos ouvintes, envolvendo-os de tal maneira que são satisfeitas as suas necessidades, sendo que esta comunicação é feita por uma pessoa com experiência real com Cristo e guiada pelo Espírito Santo.

    A Procura de Substitutos à Pregação



                   Não resta dúvida que a Bíblia nos ensina acerca da centralidade da pregação. O próprio Senhor Jesus dedicava-se à pregação em seu ministério: “Ele porém lhes disse: É necessário que eu vá também às outras cidades e anuncie o evangelho do Reino de Deus; porque para isso é que fui enviado. E pregava nas sinagogas da Judéia.” (Lucas 4:44). Embora Jesus se destacasse pelo seu ensino e pelas curas que operava, a pregação ocupou lugar central em seu ministério.
                  O verbo grego kerusso, “proclamar”,  “anunciar como um arauto”, é aplicado a Jesus tanto no texto acima como em vários outros: “Foi Jesus para a Galiléia pregando o Evangelho de Deus” (Marcos 1:14), “E percorria Jesus todas as cidades e aldeias, ensinando nas suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino...” (Mateus 9:35).
                  Na Bíblia também aprendemos que Jesus transmitiu esta mesma prioridade aos seus discípulos.  O capítulo 3 do Evangelho de Marcos nos descreve que Jesus, depois de orar, “chamou a si os que Ele mesmo queria” e que, vindo a Ele, “designou doze para que estivessem com Ele, e os mandasse pregar...” (v. 13 a 15). Em Lucas 9:2  novamente encontramos que Jesus enviou seus discípulos a pregar.
                  Que tal prioridade foi abraçada pela Igreja apostólica, o livro de Atos não nos deixa dúvidas. Que a pregação era vista como prioridade pelo apóstolo Paulo, suas cartas bem podem atestar. Em II Timóteo 4:2  o apóstolo transmite ao seu “filho” uma recomendação que bem atesta o que na sua opinião era prioridade no ministério pastoral: “Prega a palavra, insta a tempo e fora de tempo, admoesta, repreende, exorta, com toda a longanimidade e ensino.
                  Num artigo publicado em O Jornal Batista, Fausto Aguiar Vasconcelos referiu-se ao célebre Pr. Rúbens Lopes e a uma frase de sua autoria: “O púlpito é o apogeu do ministério pastoral”. Concordando com esta opinião, o articulista enaltece a oportunidade que o pregador tem dominicalmente de ministrar a Palavra de Deus ao seu rebanho e a responsabilidade que isto confere ao pregador. O mesmo afirma que, diante de tamanha responsabilidade, o pastor não deve afastar-se de seu púlpito, a não ser excepcionalmente, justamente porque “o púlpito é a maior arma do pastor”.
                  Esta mesma opinião é defendida por Lloyd-Jones na obra que é resultado de suas preleções proferidas aos estudantes do Seminário Teológico Westminster, durante seis semanas, em 1969, com o tema “A Pregação e os Pregadores”.  Para ele a pregação, além de ser tarefa primordial da Igreja,  é a salvação para restabelecer o papel da Igreja no mundo. Ele acreditava que se houver pregação nos moldes corretos as pessoas virão para ouvi-la, pois a pregação sempre atrai pessoas.
          Deus continua sendo o mesmo, e o homem continua sendo o mesmo... Ele honrará 
          este método. Esse é o método através do qual as igrejas sempre vieram à existência.
                    Este mesmo autor comenta acerca dos substitutos da pregação no culto, chamados à existência pelo declínio na importância da pregação. O autor nota uma incrementação do “elemento de entretenimento no culto público”. Este elemento de entretenimento pode relacionar-se a muitas práticas adotadas pelas Igrejas modernas e que visam simplesmente satisfazer o povo. Não que haja erro em “satisfazer o povo”, afinal estamos tratando justamente da necessidade de a pregação atentar para as reais necessidades do povo. Acontece que o tal “entretenimento” que, consequentemente ocupa o lugar deixado pela pregação, não dá ao povo o que este precisa, mas o que o povo gosta.
                  Esta é a questão: a pregação é insubstituível. Outros elementos do culto podem auxiliar a pregação, mas não substituí-la.
                  Nos nossos dias já é normal que Igrejas tenham longos momentos de cânticos alegres e juvenis, com suas melodias simples e de fácil aprendizado. Muitas vezes estes cânticos  pouco têm a ensinar devido à simplicidade de suas letras que, nem sempre, são elaboradas seguindo preceitos doutrinários corretos. Testemunhos de bênçãos alcançadas, períodos de intercessão, dentre outras práticas, têm feito parte da liturgia de número crescente de nossas Igrejas. Tais coisas não são perniciosas em si, porém, atentamos para que sua utilização acentua-se na medida em que a pregação torna-se insatisfatória.
                  Aliás, vale ressaltar que no meio “evangélico” nacional coisas espantosas se tem feito. Há expulsões de demônios esdrúxulos, como o da obesidade, da caspa, da bronquite e da asma. Num artigo publicado na revista Ultimato, Marcos Roberto Inhauser, teólogo menonita, refere-se a uma igreja carioca onde plantou-se arruda em frente ao templo para impedir a entrada de demônios. Noutra, segundo o autor, os membros são orientados a vir com um galho de arruda na orelha para impedir que Satanás atrapalhe na hora de ouvir a mensagem.
                  Inhauser comenta também acerca de uma igreja em Campinas que vendeu folhas da Bíblia do púlpito e orientou os compradores a comê-las para que tivessem a Palavra de Deus “por dentro”. Ainda sobre as tendências de se substituir a pregação por elementos de entretenimento no culto, Inhauser observa:
          A exposição séria da Palavra tem cedido lugar aos testemunhos. O louvor        praticado em algumas igrejas fala mais de guerra, pisar os inimigos, destruir os  
          adversários, que em voltar a outra face a quem lhe bate em uma, andar a segunda  
          milha e amar os inimigos. Fala-se de guerra e não se menciona que bem aventurados        são os pacificadores. Fala-se de conversão sem dar ênfase ao discipulado radical.        Fala-se do espiritual sem falar do amor ao próximo na sua necessidade material.
                    Estes “elementos de entretenimento” realçados nos cultos contemporâneos em muitas Igrejas, mesmo batistas, até funcionam como catalizador do povo, sobretudo a juventude. O problema está na insuficiência da mensagem pregada pois, como afirma o autor acima, há cânticos populares que contém ensinos incompletos ou até antagônicos ao modelo bíblico. 
                Ultimamente muito se tem comentado acerca do espantoso crescimento da Igreja Universal do Reino de Deus que, em cerca de dezessete anos arrebanhou, segundo a Revista Veja, 3,5 milhões de fiéis e já se espalhou por 34 países. Em número de fiéis só perde para a Igreja Assembléia de Deus; no entanto é a única a possuir uma rede de televisão, com 47 emissoras, um banco, uma gravadora e mais de uma dezena de emissoras de rádio.
                  Citamos estes dados para exemplificar como, com elementos que não a pregação na sua concepção puramente bíblica, pode-se arrebanhar multidões.. Um de seus ex-bispos,  de nome Sérgio Von Helde, protagonista de uma grande polêmica em virtude de ter agredido diante de câmaras de televisão uma imagem da santa católica, Aparecida, em entrevista publicada pela mesma revista, demonstrou ser uma pessoa iletrada, que não lê nada além da Bíblia,  nem jornais, e que nunca leu um livro na vida que não fosse a Bíblia.
                  Esta facilidade de as Igrejas crescerem através de outros recursos que não a prioridade da pregação é observada também  no contexto da Igreja norte americana.  Warren Wiersbe reconhece esta tendência pelo entretenimento. Para ele o principal substituto à verdadeira pregação é o desejo de que a Igreja receba a aprovação do mundo em geral e das pessoas “importantes”, em particular. Ele afirma que a Igreja de seu país trocou a aprovação de Deus pelos aplausos dos homens. Em busca destes aplausos tanto a pregação como tudo mais que constituem o culto se tornaram em mero entretenimento para o público cristão. Nesta crítica o autor ressalta também o que chama de “culto à personalidade”, uma tendência de valorizar pessoas e ministérios centrados em líderes carismáticos.
                  Assim, os tidos “elementos de entretenimento” se constituem no meio mais fácil de se arrebanhar pessoas. Ressaltamos ainda que a própria pregação pode se constituir num destes elementos, na medida que se proponha a simplesmente preencher um espaço dentro de uma estratégia.
                  Entendemos, portanto, que nossos dias são marcados pelo crescente desprestígio da pregação, isto refletindo-se no acentuamento de uma crise de identidade. A relação entre a pregação sem relevância e a insalubridade da vida cristã do povo é incontestável. Observamos ainda que a falta de crescimento de nossas Igrejas é sintoma do lugar ocupado pela pregação nos nossos dias e que a máxima “púlpito inócuo, bancos vazios” explica, ao menos em parte, o esvaziamento de muitos templos. Uma tentativa de impedir a apostasia, que não pelo tradicional método da pregação contextualizada, é a implementação do que chamamos “elementos de entretenimento”.
                  Acreditamos que os demais elementos do culto precisam contextualizar-se à cultura dos adoradores a fim de torná-los mais que simples assistentes nos cultos. Entretanto, verificamos que o desafio  maior dos pregadores é restaurar o prestígio da pregação nos nossos dias. No próximo capítulo indicamos os primeiros passos nesta direção.