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Artigo 5º da Constituição Federal Art. 5º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante; IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem; VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; VII - é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva; VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei; IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

quarta-feira, 29 de agosto de 2012



Apesar das imperfeições do pregador, a mensagem de Deus alcançou o resultado desejado e sua imensa compaixão pelos homens foi demonstrada.
No livro de Jonas, capítulo 1, versos 1 a 3, lemos:
"E veio a palavra do SENHOR a Jonas, filho de Amitai, dizendo: Levanta-te, vai à grande cidade de Nínive, e clama contra ela, porque a sua malícia subiu até à minha presença. Porém, Jonas se levantou para fugir da presença do SENHOR para Társis. E descendo a Jope, achou um navio que ia para Társis; pagou, pois, a sua passagem, e desceu para dentro dele, para ir com eles para Társis, para longe da presença do SENHOR" Jonas 1.1-3

As duas primeiras coisas que queremos ver aqui é que Deus:
1) escolheu
2) comissionou seu pregador.
3) Terceiro, Deus disse ao seu pregador para clamar contra Nínive - isto é, proclamar a mensagem de arrependimento. A cidade de Nínive era a capital do império assírio e, naquele tempo, seus exércitos ameaçavam Israel. Os guerreiros assírios eram considerados os mais sanguinários e brutais e gostavam de inventar novas formas de torturar os prisioneiros. Freqüentemente, arrancavam a pele das pessoas ou as erguiam no ar espetadas no peito por uma grande lança. Talvez, pelo fato de conhecer a crueldade dos assírios, Jonas tenha relutado, pois seu próprio povo já tinha sofrido muito nas mãos deles.
Jonas fez o que muitos homens fizeram, discordando do chamado de Deus. "Deus deve estar brincando comigo! Eu quero é mais que Nínive seja mesmo destruída!"
Assim, Jonas tentou fugir de Deus! Observe que ele desceu até a cidade portuária de Jope, para dali fugir para Társis - o destino mais remoto para onde ele poderia ir. É interessante observar quantas vezes encontramos na Bíblia a expressão que "alguém desceu para algum lugar" - quando está vivendo fora da vontade de Deus."Descer ao Egito" é mencionado diversas vezes, pois o Egito é uma figura do mundo. Sansão desceu a Timna, etc. Os homens fogem de Deus por diversas razões: medo, fama, fortuna, fraqueza e, algumas vezes, por pura tolice - mas nunca fé! Jonas fugiu por causa do ódio pessoal contra aqueles a quem tinha sido enviado. Ele sabia que, se o povo de Nínive ouvisse a mensagem e se arrependesse, Deus os perdoaria e pouparia da destruição. No entanto, Jonas queria que todos eles fossem para o inferno! "Não, não, mil vezes não - que vão para o inferno, pois é o que merecem", era a atitude de Jonas. Mais tarde, após Deus persuadi-lo a ir (na verdade, a contragosto), Jonas acaba emburrado e pedindo que Deus o faça morrer. Seus sentimentos pessoais estavam tentando interferir com o modo de Deus agir. Aparentemente, Jonas não entendia, mas aos olhos de Deus ele não era melhor - não era mais justo - do que aqueles a quem odiava. Receio que hoje, muitos cristãos tenham a mesma falsa suposição. O apóstolo Paulo diz em Romanos 3:10 "não há justo, nem um sequer" A palavra"sequer" inclui todos nós, salvos e perdidos da mesma forma. A única justiça que um cristão tem é justiça imputada - a de Jesus Cristo, que ele nos dá. Sem que essa justiça seja atribuída a nós, ninguém poderia ir aos céus. A partir disso, podemos ver que a atitude de Jonas era completamente errada e nenhum de nós deve pensar de si mesmo além do que convém. [Romanos 12:3].
Jonas está determinado a fugir da ordem de Deus, mas Deus está infinitamente mais determinado a fazê-lo obedecer. Disputar quem tem a vontade mais forte com Deus não é uma competição justa! Jonas poderia ter sido interrompido em qualquer ponto em sua viagem para Jope, mas Deus permitiu que ele comprasse a passagem e embarcasse no navio fenício que ia para Társis. Exausto da caminhada, Jonas entra no porão do navio e adormece. Enquanto ele está dormindo, Deus prepara uma grande tempestade no mar - na verdade uma tormenta tão grande que os marinheiros ficam apavorados e o capitão acorda Jonas e pede que ele ore ao seu Deus! A tripulação começa a lançar a sorte [diríamos hoje, "tirar palitinhos"] para determinar por causa de quem sobreveio todo aquele mal. Jonas é identificado como o culpado, e eles o interrogam para saber o motivo de todo aquele problema. Jonas admite que estava desobedecendo ao seu Deus - fugindo da sua presença - e os marinheiros ficam revoltados com a atitude dele. Eles então perguntam o que podem fazer para reverter a situação e fazer a tempestade passar. Acho que a resposta de Jonas os pegou de surpresa, pois ele lhes disse que deveriam lançá-lo ao mar! Bem, mesmo aqueles marinheiros pagãos não eram homens sem coração, de modo que relutaram e procuraram de todas as formas levar o navio de volta a terra. Quando reconheceram que seus esforços eram vãos, pois a tempestade ficava cada vez pior, eles acabam orando ao Deus de Jonas - pedindo que ele os poupasse e os perdoasse pelo que precisariam fazer! Quando tudo o mais não funciona, lance o profeta ao mar - e assim eles fizeram! Quando a tempestade parou miraculosamente, ficaram tão impressionados que adoraram ao Deus de Jonas, ofereceram sacrifícios e fizeram os votos normais que os homens fazem quando passam por esse tipo de experiência emocional. [E logo esquecem de tudo.] Seria fácil espiritualizar suas ações e compará-las à salvação, mas isso é altamente improvável.
O próximo evento então tem sido criticado, ridicularizado e declarado como impossível - mas o próprio Jesus Cristo citou essa "história do peixe" como sendo representativa da sua própria morte, sepultamento e ressurreição.
Começando no verso 17 do capítulo 1, lemos o seguinte:
"Preparou, pois, o SENHOR um grande peixe, para que tragasse a Jonas; e esteve Jonas três dias e três noites nas entranhas do peixe." Jonas 1.17

O verso 1 do capítulo 2 continua:
"E orou Jonas ao SENHOR, seu Deus, das entranhas do peixe. E disse: Na minha angústia clamei ao SENHOR, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz. Porque tu me lançaste no profundo, no coração dos mares, e a corrente das águas me cercou; todas as tuas ondas e as tuas vagas têm passado por cima de mim. E eu disse: Lançado estou de diante dos teus olhos; todavia tornarei a ver o teu santo templo. As águas me cercaram até à alma, o abismo me rodeou, e as algas se enrolaram na minha cabeça. Eu desci até aos fundamentos dos montes; a terra me encerrou para sempre com os seus ferrolhos; mas tu fizeste subir a minha vida da perdição, ó SENHOR meu Deus. Quando desfalecia em mim a minha alma, lembrei-me do SENHOR; e entrou a ti a minha oração, no teu santo templo. Os que observam as falsas vaidades deixam a sua misericórdia. Mas eu te oferecerei sacrifício com a voz do agradecimento; o que votei pagarei. Do SENHOR vem a salvação. Falou, pois, o SENHOR ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra seca." [Jonas 2:1-10]

A primeira coisa que precisamos ver é que Deus preparou um peixe para engolir Jonas! É possível que esse peixe tenha sido uma baleia ou um tubarão-baleia - ambos podem engolir um homem adulto. Existe o registro de uma baleia que destruiu um pequeno barco de onde os pescadores estavam tentando atingi-la com um arpão, mas que foi pega horas depois. Pelo menos um dos homens estava desaparecido do barco que fora atingido, e era tido como morto afogado. No entanto, quando abriram a barriga da baleia, lá estava o marinheiro desaparecido! Ele estava todo branco, devido aos ácidos no estômago da baleia e ficou insano por vários dias, mas estava vivo e posteriormente recuperou os sentidos! Esse é um incidente interessante e mostra que um homem pode sobreviver por um certo tempo dentro do ventre de uma criatura marinha. No entanto, eu creio, ao contrário da noção popular, que Jonas de fato morreu! Observe no verso 6 do nosso texto que ele diz "contudo, fizeste subir da sepultura a minha vida" e as palavras poéticas de Jonas parecem pintar um quadro de morte, sepultamento e depois de ressurreição. Também acredito que o fato de o Senhor Jesus ter usado Jonas como uma ilustração da sua própria morte, sepultamento e ressurreição, permite essa interpretação. Mas, seja lá o que tenha ocorrido, após três dias e três noites no ventre do peixe, Jonas foi vomitado sem cerimônia em uma praia. Falemos sobre como endireitar um pregador. Primeiro, Deus matriculou Jonas na "Universidade da Baleia". A oração de Jonas quando estava no ventre do peixe foi sua dissertação de doutorado. Após Deus transformar o coração de Jonas, este finalmente pegou a estrada para Nínive!
Certa vez, um fazendeiro vendeu uma mula para seu vizinho e após um certo tempo, o comprador trouxe a mula de volta reclamando que não conseguia arar com ela, pois simplesmente não o obedecia! "Ah, desculpe, eu esqueci totalmente de lhe dizer", disse o antigo dono, apanhando uma vara que estava no chão, e batendo depois na cabeça da mula! Imediatamente, a mula passou a obedecer cada ordem que recebia. A explicação é que "algumas vezes, temos que chamar a atenção da mula!" Jonas estava se comportando como uma mula, pois sabia o que precisava fazer mas não estava disposto a fazê-lo, até Deus chamar sua atenção.
Em seguida, lemos nos versos 1 e 2 do capítulo 3:
"E veio a palavra do SENHOR segunda vez a Jonas, dizendo: Levanta-te, e vai à grande cidade de Nínive, e prega contra ela a mensagem que eu te digo." Jonas 3.1-2

Jonas recebe sua ordem para marchar novamente. Você não fica contente em ver que nosso Deus sempre concede uma "segunda chance"? Eu fico! Se nossa salvação dependesse da nossa imediata e total obediência, nenhum de nós entraria nos céus. Observe também que Deus não lhe permitiu pregar aquilo que "estava no seu coração" - sem dúvida um sermão no qual ele pediria que Deus não tivesse misericórdia e que destruísse a todos. Não, Deus lhe dá instruções explícitas para pregar exatamente a mensagem que ele vai lhe dar - não a resenha de um livro, nem sua própria opinião, não o que sua mãe ou os diáconos lhe pediram para pregar. Nem mesmo o que ele quer pregar da Palavra de Deus, mas estritamente a mensagem dada por Deus. "Mas Deus, se eu pregar sobre isto, as pessoas ficarão aborrecidas e não voltarão mais!" Louvado seja o Senhor! Essa "espada de dois gumes" divide, e se vier a ofender alguém, que assim seja! Muitos (talvez a maioria) dos pregadores têm essa idéia que sua principal responsabilidade é com a popularidade, para que o número de pessoas na congregação seja bom. Deus não está impressionado com popularidade ou com os números. Aqueles que deixam de declarar todo o desígnio de Deus estão no caminho de Jope, percebam ou não, e estão cometendo um grande erro. É muito mais fácil pregar sobre o amor de Deus e sobre o fruto do espírito do que"tosquiar as ovelhas", falando sobre os pecados da carne, mas algumas vezes Deus insiste que façamos nosso trabalho de redarguir, repreender e exortar! [2 Timóteo 
4] Se houve um tempo na história desta nação quando o arrependimento e o reavivamento são desesperadamente necessários, esse tempo é agora! Somos uma civilização decadente e paganizada, a despeito de todas as afirmações em contrário, e qualquer idiota pode discernir a rápida deterioração da nossa fibra moral e espiritual. Nossos adolescentes estão se matando uns aos outros, nosso governo está falido moralmente - mas os analistas com óculos de lentes cor de rosa insistem que tudo está bem, pois a economia continua prosperando. Que Deus nos ajude! "Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos." [Jeremias 8:20]
Vejamos que mensagem Deus deu a Jonas para pregar. Era uma mensagem de 30 a 45 minutos de duração, com rimas para dar maior ênfase e terminava com um poema. Certo? Não, ela consistia de apenas sete ou oito palavras na nossa tradução portuguesa e foi "pregada" por um homem que certamente não tinha no seu coração aquilo que estava dizendo. Ele foi forçado a pregar aquela mensagem. Na nossa mente, podemos imaginar Jonas entrando na grande cidade, olhando temerosamente para os lados, esperando a qualquer momento ser reconhecido como judeu e atacado - somente seu medo excedia seu ódio por aquele povo. Após caminhar aproximadamente um terço da distância, percorrendo a grande cidade, ele tomou coragem e começou a clamar: "Ainda quarenta dias, e Nínive será subvertida." Você pode imaginar alguns dos comentários que uma mensagem como essa receberia em nosso país hoje? "Rapaz, que sermão sem graça! É curto demais, não tem assunto nem estilo! Ouvi-lo é uma perda de tempo!" No entanto, aqueles que fizessem esses comentários estariam deixando de reconhecer o aspecto sobrenatural da mensagem. Era a Palavra de Deus para Nínive e para o império assírio, e a Palavra de Deus nunca volta vazia, ela sempre realiza seu trabalho! Nós, pregadores, precisamos nos preocupar mais com o que Deus diz, em vez de como moveremos o coração dos homens. Um pregador amigo meu sempre faz o comentário que não podemos nem mesmo criar ansiedade na mente dos nossos ouvintes.
Jonas continuou percorrendo aquela grande cidade proclamando a simples mensagem de arrependimento e o resultado foi sem paralelos em toda a história humana! A Palavra de Deus diz que do maior (o rei) até o menor, os ninivitas creram na mensagem pregada por Jonas, arrependeram-se da sua impiedade e humilharam-se diante de Deus! Por causa do arrependimento genuíno deles, Deus reteve sua mão de julgamento até um tempo posterior. A história registra que muitos anos mais tarde, os ninivitas voltaram aos seus caminhos pecaminosos e Deus acabou destruindo o império assírio, mas isto mostra o que Deus pode fazer nos corações dos homens. Mesmo nas mãos de um indivíduo relutante e sem entusiasmo, a mensagem de Deus alcançou o resultado desejado. Por outro lado, a Palavra de Deus pregada pelo mais eloquente e dinâmico pregador do mundo não alcança nada similar, se o Espírito Santo não atuar. A pregação sem o poder pode e rotineiramente enche os bancos das igrejas e os gazofilácios de ofertas, mas o Tribunal de Contas de Cristo é que será o padrão de avaliação - não o sucesso relativo conforme visto pelo homem.
Finalmente, no capítulo 4, vemos Jonas fora de Nínive, olhando para a cidade e achando que aquela demonstração de conversão fosse apenas fingimento da parte dos ninivitas. Talvez Deus descubra que eles estão apenas fingindo e os destrua. Apesar de ter testemunhado um tremendo milagre, a raiva de Jonas por aquele povo continuava a ofuscar qualquer vestígio de compaixão. Agora que seus piores temores se concretizaram e Deus realmente poupara aquele povo, Jonas fica irado! No entanto, Deus trata esse pregador petulante como se fosse uma criança. Começando no verso 1 do capítulo 4, temos: Ler [Jonas 4:1-11]
Jonas está agindo como uma criança teimosa, de modo que Deus o trata da forma apropriada! Quase podemos ouvir Deus usando "linguagem infantil" em suas respostas a Jonas - "Pobrezinho, está magoado comigo? Venha, sente-se aqui debaixo da sombra desta planta. Epa, o verme malvado comeu a planta e o sol e o vento quente estão fazendo meu menino desmaiar?" Esta maneira condescendente tem o objetivo de deixar Jonas constrangido por sua atitude infantil e ao mesmo tempo mostrar-lhe a grandeza da graça de Deus para um povo que não merecia sua misericórdia. O ódio de Jonas pelos ninivitas era compreensível, considerando-se toda a maldade que eles perpetraram, mas e as 120.000 pessoas, sem mencionar os animais, que sofreriam se Deus destruísse a cidade? Nossa velha, caída e depravada natureza humana raramente vê o "quadro grande", pois somos egoístas e queremos que tudo seja feito da nossa maneira. Deus não devia explicações a Jonas, mas graciosa e pacientemente explicou sua vontade soberana a ele. Sim, Deus preparou um pregador, providenciou um grande peixe, uma planta, um verme e um vento quente para realizar sua boa e perfeita vontade. O peixe era tudo o que era necessário para que o trabalho do pregador fosse realizado - a planta, o verme e o vento foram para a instrução de Jonas!
Se você recebeu Jesus Cristo como seu Salvador pessoal, mas vive uma vida espiritual morna, precisa pedir perdão e renovar seus compromissos. Ele o perdoará imediatamente e encherá seu coração com a alegria do Espírito Santo de Deus. Em seguida, você precisa iniciar uma vida diária de comunhão, com oração e estudo da Bíblia.
Se você nunca colocou sua confiança em Jesus Cristo como Salvador, mas entendeu que ele é real e que o fim dos tempos está próximo, e quer receber o Dom Gratuito da Vida Eterna, pode fazer isso agora, na privacidade do seu lar. Após confiar em Jesus Cristo como seu Salvador, você nasce de novo espiritualmente e passa a ter a certeza da vida eterna nos céus, como se já estivesse lá. Assim, pode ter a certeza que o Reino do Anticristo não o tocará espiritualmente.

Que Deus continue lhes abençoando


ORATÓRIA E A  EXPRESSÃO
            Saber se expressar no mundo é uma necessidade imperativa e existencial é uma ciência tão importante que muitos não conseguem êxito em seus projetos devido a não saber se expressar seja por medo, nervosismo, timidez ou mesmo falta de expressão.
            Não pretendemos tornar ninguém um orador apenas mostra-lhes onde melhorar a sua oratória (Discurso) para que você possa se expressar de forma mais clara e objetiva evitando os discursos desnecessário e enfadonho.
POR QUE   E COMO SE EXPRESSAR
            Já vimos sobre a necessidade de se expressar, Estamos em um mundo tecnológico e muito evoluído onde saber se expressar seja em uma reunião usando um Laptop ou Data Show, microfone ou em uma conversa virtual no MSN  ou  um E-mail ou mesmo um simples telefonema fazem a diferença podendo dependendo do caso trazer muito prejuízo para quem não tomar cuidado. Mas a pergunta continua como se expressar qual a melhor maneira ou técnica, claro respondemos de forma  diferente a diferentes situações  mas no geral todos ao enfrentarmos o publico ou mesmo alguém individualmente a exemplo em uma entrevista de emprego ou mesmo de uma analise para o ministério na Igreja sofremos das mesmas alterações físicas, psíquicas e biológicas ou seja ficamos nervosos, suamos frios a boca fica seca o coração parece que vai sair pela boca as pernas tremem as vezes esquecemos o que decoramos, isso porque a nossa adrenalina esta muito alta na corrente sanguínea devido ao momento de desequilíbrio que toda situação nova gera mas quando encaramos com mas naturalidade possível a acomodação é natural ou seja a situação nova se estabiliza para podermos prosseguir, mas aqui esta o grande problema as pessoas não conseguem mudar de fase de equilibração para acomodação  e tendem a desistir ou simplesmente se sentem inferiorizada e se esquecem que somos todos iguais diante daquele que nos criou.
            Mas qual é a diferença então de pessoa para pessoa esta simplesmente no preparo e no empenho de cada um de nos.

COMO SE EXPRESSAR
             Não é uma tarefa fácil, mas também não é impossível, fica fácil quando tomamos alguns cuidados, ou seja, nos preparamos antecipadamente ao que falar e se expressar e isso envolve ate aquela velha expressão a PRIMEIRA IMPRESSÃO É A QUE FICA, é verdade as vezes você faz quatro anos de teologia prepara um sermão daqueles cheio de Bíblia e de repente na hora  H você se  esquece agora imagina sem preparo qual vai ser a primeira imagem, de tudo que se fala em uma reunião ou pregação só se guarda dez por cento de tudo que é falado.
            Principalmente as partes erradas como palavras erros de português, gestos  etc.  hoje esta provado que se expressar não é só falar deve haver gestos  que alias é uma forma de expressão a exemplo disso o alfabeto para surdos mudos, claro que são gestos moderados e não podem ser repetitivos ou agressivos controlar o tom de voz é muito importante para se dominar a prateia. O que alias é imprescindível ao bom orador  ser discreto e descontraído é muito importante, pois só se conhecendo a si mesmo e como esta sua auto estima é que você consegue superar a insegurança dos primeiros 03 minutos iniciais com a prateia e seus gestos, (sempre acima da linha da cintura e abaixo da cabeça) aqui te ajudarão muito para te descontrair canalizando sua adrenalina e conquistando o publico agora evite exageros evite colocar a mão nos bolsos coçar a cabeça apertar o nariz enfim evite qualquer gesto fora do contexto.

DIANTE DO PUBLICO
            Primeira coisa que você deve saber se você esta ali é porque alguém te convidou e  confia na sua capacidade isso é auto estima. Claro você deve se prepara dominando o assunto que será discutido ou exposto naquele momento, ao se apresentar a prateia cumprimentá-la olhando  nos olhos das pessoas nunca fugir ao tema e ficar atento ao horário da programação, se for uma palestra de mais de 15 minutos use água para amaciar as cordas vocais isso não é antiético e recomendação medica, fale pausado não se envergonhe de olhar seu esboço do tema ou pregação você não é obrigado a se lembrar de tudo faça sua parte e lembre-se a critica é uma  admiração em outra forma nos é que não estamos preparado para lidar com elas se diante do publico você errar em uma palavra paciência quem nunca errou da próxima vez evite palavras difíceis ou de dupla interpretação.

CAUSAS DO MEDO DE FALAR EM PÚBLICO
o    Não dominar o assunto
o    Falta de experiência em falar em publico
o    Voz inadequada
o    Nervosismo
o    Ilusão do sucesso
o    Dificuldade  em lidar com a critica
o    Auto estima baixa
o    Ser exposto
o    Insucesso
o    Senso de inferioridade
o    Ignorância
o    Outras

A EXCELÊNCIA DA ORATÓRIA
            Disse o sábio Salomão “ Como maças de ouro em salvas de prata e a palavra dita a seu tempo” ( Prov c 25 v 11 ).  Cícero  foi em Roma um grande  orador perfeito e político brilhante. Todavia de caráter arrogante e prepotente teve um destino trágico. Foi degolado e esquartejado. A mão direita e a cabeça foram expostas e a língua espetada e exibida ao povo.
            A palavra dita a seu tempo é uma forma de manejar bem seu discurso sendo coerente e eficaz no que se destina, pena que muitos como Cícero se esquecem de por freio na sua língua e se tornam indesejáveis e evitados. Mas a excelência do discurso é visto em toda Bíblia como o sermão do monte onde Jesus expõe de forma clara sobre o reino de Deus e as virtudes de seus súditos, ( Mat c 5 ) ou mesmo, ( Mat c 23 ) quando Jesus usa o discurso para condenar o sistema religioso dos fariseus e escribas, toda palavra dita a seu tempo traz o retorno necessário a quem ouviu e a quem falou é através dela que multidões estão sendo salvas por ouvir pregadores que são usados pelo Espírito Santo e tem seu intelecto inspirado   pelo mesmo na arte da oratória ( Discurso ) como teve Estevão que ao discursar seu rosto era como de um anjo, ( Atos c 6 v 15) ou Pedro que após o dia de Pentecoste quase 03 mil almas se renderam aos pés do Senhor Jesus.( Atos c 2 v 41 ).

DICAS PARA O ORADOR DIANTE DO PUBLICO
            
           Seu publico te respeitara mais se você demonstrar naturalidade e determinação diante dele olhe o foco analise o publico faça um elogio a alguém importante no ambiente,  vamos dar alguns  exemplos de outras dicas abaixo.
13. Nunca faça afirmações polemicas no discurso.
14. Prepare o tema e leia-o  ate domina-lo.
15. Não permita que as pessoas falem ao mesmo tempo em que você.
16. Se necessário permita-se a um silêncio de u tempo para chamar a atenção.
17. Se ágüem debater com você diminua o tom de voz isso mostra auto controle.
18. Nunca se exalte com alguém da prateia.
19. Mesmo que não conheça ninguém do publico aja como se conhece se.
20. Aproveite a ocasião brinque com quem te convidou isso descontrai.
21. Evite sair do tema ou discutir questões de política, religião, esporte.
22. Seja natural e alegre brinque, descontraia gesticule não seja orador estatua.
23. Evite de falar por um longo período de tempo sem intervalos.
24. Observe a reação das pessoas, mas não se incomode com elas conduza o publico
25. Se as pessoas estiverem olhando no relógio ou bocejando e hora de descontrair
26. Gestos devem ser moderados e de acordo com o publico ser for culto gesto discreto se for leigos gestos mas abrangentes. Gestos representam 55 % da oratória e verbal são 45%.


sábado, 21 de julho de 2012






A ESTRUTURA DE UM SERMÃO


Aprenda a fazer o esboço de uma mensagem!

Todo tipo de sermão, quer seja temático, textual, ou expositivo, precisa ser
pregado de forma lógica e organizado. Este é o segredo para que os ouvintes entendam claramente a pregação. Portanto, é imprescindível que o pregador tome muito cuidado com a estrutura do seu sermão. Sabemos que tudo precisa ter início, meio e fim. Com o sermão não é diferente. Independente do tipo de sermão, ele deve ser estruturado com pelo menos quatro seções distintas: introdução, proposição, desenvolvimento e conclusão. Não se deve menosprezar a importância de nenhuma destas quatro partes. Vejamos por que:

INTRODUÇÃO 
Desperta a atenção e simpatia dos ouvintes, mostrando a relação entre o texto e suas próprias vidas. Em sua elaboração procure responder à esta pergunta que estará na mente dos ouvintes: - O que este texto tem haver com a minha vida, para que eu preste atenção nesta mensagem?

1. Importância da introdução: 
a) Desperta a atenção b) Ganha a simpatia

2. Características da boa introdução: 
a) Está ligada ao tema b) É interessante c) É clara e simples d) É breve e direta e) Conduz à "proposição"

3. Erros a se evitar na introdução: 
a) Ficar se desculpando b) Prometer uma grande mensagem c) Impressionar com palavras difíceis d) Tentar ganhar a simpatia com piadas e) Sobrecarregar a introdução com muitas informações f) Antecipar algum ponto que será dito mais tarde, no desenvolvimento g) Alongar-se

4. Tipos de introdução: 
a) Introdução temática b) Introdução textual c) Introdução circunstancial d) Introdução ilustrativa e) Introdução questionadora

PROPOSIÇÃO (Tese, Idéia Central, Tópico Frasal) 
A proposição é a tese, ou idéia central, a qual deverá ser comprovada nos pontos do desenvolvimento. Em sua elaboração procure responder à esta pergunta que estará na mente dos ouvintes: - Qual a finalidade desta mensagem? A resposta é a proposição, que deve caber numa única frase. Por isso a proposição é também chamada de "tópico frasal". Apesar de a proposição caber numa única frase, não deve ser menosprezada. A sua maior importância está no fato de que toda a mensagem depende dela e gira ao seu redor.

1. Importância da Proposição: 
a) É o fundamento de toda estrutura do sermão b) Mantém a unidade do sermão c) Revela o propósito da mensagem d) Ajuda a fixar o tema na mente dos ouvintes e) Cria expectativa

2. Característica da boa proposição: 
a) Revela a idéia central do texto b) Expressa uma verdade eterna c) Apresenta algo que será meditado no desenvolvimento d) É uma afirmação específica e) É uma declaração positiva f) Cabe numa única frase

3. Erros a se evitar na proposição: 
a) Criar expectativas que não serão satisfeitas no sermão b) Antecipar os pontos de desenvolvimento

4. Tipos de proposição 
A proposição pode ser: a) Uma verdade que será provada b) Um problema que será solucionado c) Uma necessidade que será satisfeita d) Um questionamento que será respondido

DESENVOLVIMENTO (Divisões, Corpo) 
Visa comprovar a tese apresentada na proposição. O desenvolvimento é conhecido também como corpo do sermão. Este corpo é organizado em pontos, também chamados de divisões. Em sua elaboração procure responder à esta pergunta que estará na mente dos ouvintes: - Onde a Bíblia comprova ou soluciona a proposição apresentada?

1. Importância do desenvolvimento: 
a) Visa solucionar a proposição b) Cria uma seqüência lógica para assimilação da verdade

2. Características de um bom desenvolvimento: 
a) É organizado em pontos (Geralmente numerados com algarismos romanos: I, II, III) b) Todos os pontos originam-se da proposição c) Os pontos podem dividir-se em sub-pontos (Geralmente numerados assim: 1.1, 1.2 ) d) Todos os pontos e sub-pontos baseiam-se na Bíblia e) Cada ponto deve ser uma frase curta e clara f) Se houver pontos positivos e negativos, os negativos devem vir primeiro g) Os pontos mais fracos vem antes dos mais fortes

3. Erros a se evitar no desenvolvimento: 
a) Exagerar no número de pontos b) Exagerar na quantidade de sub-pontos c) Inserir pontos irrelevantes à proposição

CONCLUSÃO (Peroração) 
Visa principalmente convencer os ouvintes a tomar uma decisão favorável à mensagem. Em sua elaboração procure responder à esta pergunta que estará na mente dos ouvintes: - Por que é importante que eu mude a forma de pensar ou agir?

1. Importância da conclusão: 
a) Mostra que a mensagem atingiu seu objetivo b) Leva os ouvintes à tomar uma atitude

2. Características de uma boa conclusão:
 a) Encerra o assunto b) Reforça a aplicação da mensagem c) Enfatiza o positivo e não o negativo, as bênçãos e não as maldições d) Incentiva o ouvinte a tomar a decisão certa e) Fala de forma direta e pessoal (segunda pessoa do singular, usando-se o "você") f) É simples e objetiva g) É, geralmente, breve h) Procura alcançar todos os grupos presentes

3. Erros a se evitar na conclusão: 
a) Explicar os pontos novamente (eles podem ser relembrados, e não explicados de novo) b) Incluir novas idéias c) Prometer bênçãos irreais d) Concluir friamente e) Terminar abruptamente f) Dizer algo engraçado (isto pode ser útil no desenvolvimento, jamais na conclusão) g) Alongar-se

4. Elementos que podem ser usados na conclusão: 
a) Recapitulação resumida dos pontos b) Uma breve ilustração

Resumindo, a estrutura do sermão pode ser definida assim: Na introdução atraímos a atenção do ouvinte, na proposição apresentamos uma verdade bíblica, no desenvolvimento esmiuçamos esta verdade e na conclusão incentivamos o ouvinte a tomar a atitude certa.

Apesar da grande importância de se transmitir uma mensagem bem elaborada, a fim de que os ouvintes a compreendam, preciso acrescentar duas importantes advertências, com respeito ao esboço do seu sermão. Primeiro: lembre-se que o esboço é apenas para lhe orientar, não para ser lido durante a mensagem. Simplifique-o ao máximo e tente decorá-lo, para que, se possível, nem precise olhar para ele durante sua pregação. Seus olhos devem estar nos ouvintes, do contrário você estará sendo um orador cansativo e não um pregador convincente. E, segundo: ore bastante antes e durante a elaboração do seu esboço. A direção do Espírito Santo começa desde a preparação da mensagem, e deve ter o seu ápice durante a pregação do sermão. Não confie em si mesmo, ou no seu esboço, mas na unção poderosa do Espírito Santo de Deus. E boa mensagem!



Artigo - Como pregar um falso evangelho em 5 passos fáceis! (+ Vídeo)



Passo 0: Prepare a si mesmo! Você terá que ter a capacidade de:
- usar versículos isolados e distorcê-los.
- aparentar totalmente bem-sucedido em todas as áreas.

Nota: fique firme e chame todo mundo que falar contra o que você faz de fariseus preguiçosos. Lembre-os que eles não podem julgar. (você pode!)


Passo 1: Mostre somente algumas características de Deus que agradam o ego das pessoas, como:
“... Deus é amor” (I João 4: 8, ARA)
“Mas tu, Senhor, és Deus compassivo e cheio de graça, paciente e grande em misericórdia
 e em verdade.” (Salmo 86: 15, ARA)

... e oculte as que não agradam como:
“Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.” (Apocalipse 4: 8, ARA)

... tente tornar Deus em um velho bondoso e fraco, mais ou menos como o papai Noel. Jamais como o Rei dos reis, Senhor dos senhores e o justo Juiz.

... se você quiser elogiar bastante a pessoa nesta etapa também é muito bom. Assim ela não ficará intimidada. Bajule bastante!


Passo 2: Ofereça motivos para as pessoas virem para Deus, como:
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome” (João 1: 12, ARA)

... se possível, mostre como Deus tem te abençoado materialmente. E enfatize as bênçãos:
“Se ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos” (Deuteronômio 28: 2, ARA)

... e oculte a depravação total do homem e a justa condenação de Deus sobre o pecado, como:
Como está escrito: “Não há nenhum justo, nem um sequer; não há ninguém que entenda, ninguém que busque a Deus. Todos se desviaram, tornaram-se juntamente inúteis; não há ninguém que faça o bem, não há nem um sequer”. 
“Suas gargantas são um túmulo aberto; com suas línguas enganam”
“Veneno de serpentes está em seus lábios”
“Suas bocas estão cheias de maldição e amargura”
“Seus pés são ágeis para derramar sangue; ruína e desgraça marcam os seus caminhos, e não conhecem o caminho da paz”.
“Aos seus olhos é inútil temer a Deus”. (Romanos 3: 10-18, NVI)

“Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo.” (Mateus 10: 28, ARA)

... ou se for falar em pecado, não intimide a pessoa. “Julgar é muito feio”. Lembre que todos somos pecadores. Não há necessidade de mostrar a gravidade do pecado. E nem pense em fazer a pessoa se sentir culpada pelos seus próprios pecados. Portanto, use versículos generalistas e os amenize, como:
“pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Romanos 3: 23)

Passo 3: Mostre que para a pessoa receber todos aqueles benefícios ela deve “aceitar” Jesus:
“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3: 16, ARA)

“Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo.” (Apocalipse 3: 20, ARA)

Nota: esqueça o contexto de Apocalipse 3 que refere à igreja e não aos não-convertidos.

... oculte a loucura da pregação do Evangelho da cruz. É muito sanguinário e não queremos ofender ninguém.


Passo 4: Faça uma oração com a pessoa, de preferência a faça repetir palavras que ela nem tem idéia do que signifique, mas lembre de afirmar que Deus vê o coração. Contudo não a deixe fazer uma oração que vem do coração dela, que teoricamente deveria estar arrependido.


Passo 5: Afirme categoricamente que a pessoa é salva. E deturpe I João:
“Aquele que tem o filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida.” (1 João 5:12, ARA)

Nota: esqueça que todo livro de I João foi escrito para saber se uma pessoa é salva ou não e reduza ter o Filho de Deus em fazer uma oração.



A PREGAÇÃO DE JOÃO BATISTA
O tema do texto abaixo, publicado pela revista Ultimato Set/Out-99, é João Batista. Não sei se ele realmente foi o maior fenômeno da história da pregação, até mesmo porque Jesus disse “entre os nascidos de mulher não surgiu ninguém maior do que João Batista; todavia, o menor no Reino dos céus é maior do que ele” (Mt. 11:11). Contudo, João Batista é, no mínimo, um caso interessantíssimo, ao qual os pregadores contemporâneos deveriam dar uma maior atenção
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Ele não construiu uma catedral. Não comprou um cinema. Não alugou um auditório no centro de Jerusalém. Não armou uma tenda gigante. Pregava no deserto, no deserto da Judéia, do lado ocidental do mar Morto.
Ele não ia atrás de ouvintes. Os ouvintes é que iam atrás dele. E eram muitos: “todosos habitantes de Jerusalém” (Mc 1.5), “toda a Judéia e toda a circunvizinhança do Jordão” (Mt 3.5).
Ele não espalhava outdoors nem colocava faixas para anunciar as reuniões. Não punha chamadas nas emissoras de rádio e televisão. Não publicava convites nos jornais nem mandava distribuir volantes de casa em casa. Não afixava cartazes bem feitos em paredes e postes. Não contava com trios elétricos para percorrer toda a região nem tocava trombeta para chamar a atenção dos transeuntes.
Ele não contratava bandas. Não anunciava shows. Não convidava cantores famosos. Não fazia propaganda de milagres, não anunciava curas, não pregava sobre prosperidade nem prometia noivas e noivos para os solteiros. Não sabia fazer louvor aeróbico.
Ele não usava vestes talares. Vestia-se agressivamente: cobria o corpo com pêlos de camelo e amarrava-os com um cinto de couro.
Ele não tinha papas na língua. Não pregava mensagens adocicadas. Não rodeava. Ia direto ao assunto. Não fazia (nem levantava) ofertas. Exigia ações do tipo: “Façam coisas que mostrem que vocês se arrependeram dos seus pecados” (Mt 3.8, BLH). Pregava o batismo de arrependimento, arrependimento de pecados recentes e remotos, de pecados individuais e coletivos. Não era muito educado com seus ouvintes. Chamava-os de “raça de víboras” (Mt 3.7). Provocava neles o temor do Senhor. Destruía-lhes as falsas esperanças e arrancava deles o manto que encobria suas grosserias. Clamava pela urgência: “O machado já está pronto para cortar as árvores pela raiz” (Mt 3.10, BLH).
Não obstante a falta de promoção, não obstante o local impróprio e distante, não obstante o temperamento excêntrico do pregador, não obstante a sua mensagem ator doadora, as multidões saíam a João Batista para ser batizadas por ele (Lc 3.7). O homem começou a pregar no 15º ano de Tibério César, o imperador romano, quando Pilatos já era governador da Judéia (Lc 3.1). Ele era aquele que, por força da profecia e por força das circunstâncias, prepararia o caminho do Senhor, endireitando as suas veredas (Mt 3.3). Ele mesmo não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz (Jo 1.8).
Não é possível entender tamanha popularidade nem o respeito que o povo tinha por ele como profeta (Mt 14.5). João Batista é o maior fenômeno na história da pregação!